O Real Madrid e o empresário Jorge Mendes vão limando arestas no complexo acordo que desaguará no contrato de Cristiano Ronaldo com o clube espanhol. A expectativa que o emblema de Madrid tem passado é a de que o rendimento anual do português dificilmente será inferior a 15 milhões de euros, entre salário e remuneração variável decorrente de alguns direitos de imagem.

No entanto, é um processo intrincado devido às especificidades contratuais, sobretudo as decorrentes dos direitos de imagem. Ronaldo tem compromissos assumidos em nome próprio, como com a Nike e o BES, que o Real Madrid dificilmente conseguirá contornar, mas já a partilha de rendimentos em casos como os das vendas de camisolas e outros aspectos comerciais tem mais a ver com cedências de parte a parte. E passa também por um equilíbrio entre que salário definir e que quantidade do rendimento expectável virá dos direitos de imagem.

Para já, o português vai liderando os prazos da negociação, que só deve estar concluída quarta ou quinta-feira. O Real Madrid gostaria de acelerar o processo para começar a rentabilizar a marca Ronaldo o mais rapidamente possível. Mas isso só se dará quando o contrato estiver fechado e legitimado no notário. Por mais insistências que o Real Madrid faça junto do jogador para que este viaje para Madrid.

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