Cristiano Ronaldo jogador mais popular do Mundo

Publicada por Webmaster | 10:46 da manhã | 0 comentários »

O português Cristiano Ronaldo (Manchester United) é o futebolista mais mediático da actualidade e José Mourinho (Chelsea) o segundo treinador mais popular, revela hoje um estudo da Universidade de Navarra, apresentado em Espanha.

Segundo a análise, efectuada entre Setembro e Junho, Cristiano Ronaldo saltou 21 lugares no ranking de popularidade e apresenta um valor mediático de 12,6%, contra 12,3 do seu colega de equipa Wayne Rooney e 11,9 de Ronaldinho Gaúcho, anterior líder - o madeirense tem um valor 13 vezes superior a um futebolista médio.

José Mourinho (15,2) só perde em popularidade para o escocês Sir Alex Ferguson, do Manchester United (15,8), num pódio que engloba ainda o italiano Fábio Capello, do Real Madrid (10,4) - seguem-se o espanhol Rafael Benitez (Liverpool) e o holandês Frank Rijkaard (FC Barcelona).

Em termos de clubes, o Manchester United destronou o Real Madrid da liderança - caiu para a quarta posição, atrás do Chelsea e FC Barcelona.

Francesc Pujol, professor da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade de Navarra, e Pedro Garcia del Barrio, da Universidade Internacional da Catalunha, são os autores do estudo, cujas conclusões foram tiradas de acordo com uma fórmula que mede a atenção dos Media (notoriedade) e o interesse dos adeptos (popularidade).

A notoriedade é calculada com base no número de notícias publicadas nas línguas inglesa, francesa, portuguesa, espanhola e italiana, enquanto a notoriedade é avaliada a partir do número de páginas da internet que fazem referência ao jogador e ao seu clube.

O estudo revela ainda que David Beckham é o quarto futebolista mais mediático (o quinto é o brasileiro Ronaldo, do AC Milan), mas o capitão da selecção de Inglaterra protagonizou o facto mais mediático da época, face à transferência do Real Madrid para o LA Galaxy, abandonando o competitivo campeonato espanhol para se fixar nos Estados Unidos.

O relatório do estudo foi conduzido pelo Grupo de Investigação de Economia, Desporto e Intangíveis da Universidade de Navarra.
Fonte: Diário Digital / Lusa

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